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Níveis do Caudal do Paiva versão para impressão enviar por e-mail

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Leituras e registos dos níveis dos rios


As leituras dos caudais são registadas em cada 24h, no seu maior nível quando este está a subir e o seu mais baixo nível quando este está a descer. 

Para o Rio Paiva são feitos registos diários desde as primeiras chuvadas do início da época entre Setembro a Novembro até ao final da mesma por volta de Junho ou Julho.

Nos períodos de cheia são feitos levantamentos a cada 3h ou 1h dependendo da magnitude da mesma para análise comparativa das enchentes. Durante o período de verão são só feitas leituras semanais.

O quadro de caudal em cima, representa a diferente navegabilidade nos quatro sectores do  Rio Paiva referente tendo como base a leitura feita no açude de Travanca.

Em 1995, como só se explorava comercialmente a “garganta do Paiva” era obrigatório, por questões de segurança, saber o que nos esperava no desfiladeiro e nos grandes rápidos, porque depois de entrar no rio só se podia ir numa direcção, para baixo pois as margens são de escarpas íngremes sem hipótese de saída. Neste sector, o local de embarque é bastante amplo e aí as diferenças de caudal eram mínimas, porém na “garganta” o rio estreita onde as diferenças de caudal são muito maiores e aumenta o risco consideravelmente. Por isso, e porque a experiência conta, desenvolvemos um método de registo visual do rio tendo marcas naturais como referência.

Em 1998 iniciamos um levantamento fotográfico do Médio Paiva e Baixo Paiva comparando sempre com os registos anteriores.

Em 2004 iniciamos os registos de sonda com comparação fotografia dos respectivos níveis nos vários sectores do rio Paiva, comparando sempre os novos dados com os elementos de registo dos últimos 11 anos.

Classe dos rios


É utilizada a nível mundial uma escala de classificação de I a VI para avaliar o grau de dificuldade e risco dos rápidos de água bravas. ”O sistema utilizado não é exacto porque existem outros factores que influenciam o nível de risco de cada categoria. Nesta avaliação entram principalmente três factores, o nível das águas, os obstáculos do rio e a perícia do monitor” (os monitores com formação na Lusorafting treinam durante um ano, nos diferentes sectores e em diferentes adversidades).

Criamos uma tabela de avaliação das diversas classes para um maior esclarecimento do cliente.

O declive neste quadro refere a inclinação dos sectores e não dos rápidos. A classe ideal para a comercialização do rafting situa-se entre o 3º e 4º, ficando os inferiores para actividades para crianças e os de classe 5 só para experientes.

Temos condições para o pacote de “Rafting Extremo” feito na Garganta do Paiva em classe V, Os clientes têm que ter feito com a Luso Rafting uma primeira descida em classe IV para as nossas equipas avaliarem a aptidão física e mental para uma actividade tão exigente, essa medida foi criada para a protecção dos guias e dos praticantes assíduos.

AVALIAÇÃO DO CAUDAL

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 A subida do caudal é proporcional à subida de um grau de dificuldade do sector, mas esta norma não se aplica na cotização dos rápidos, há determinados rápidos que com menos água ficam mais perigosos pelas rochas descobertas por dois motivos, porque viram mais facilmente e por se acentuar o fenómeno da sucção nos “sifões naturais” que existem no fundo do rio, enquanto que quando há mais água se ultrapassa a sucção sem dificuldades.

 A atribuição de uma classe a um respectivo sector é feita pela equipe mais experiente a navegar nessas águas e é sempre cotado ao rápido navegável de maior dificuldade.
No exemplo do sector do médio Paiva apesar de ter um rápido de classe 6º (Salto) a avaliação é feita em 4º pelo facto desse rápido não se fazer por água, ou seja faz-se uma “portagem”.

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Sectores do Paiva


Pela necessidade de dividir o rio em diversas partes, por motivos de acesso às suas margens, planificação da logística de entrada e saída do rio, organização do apoio de terra, divisão das classes e definição percursos alternativos em caso de cheia. Assim, dividiu-se o Rio Paiva em Alto Médio e Baixo Paiva. Image
Como as primeiras equipas de guias eram todos canoistas o rio Paiva é usado comercialmente pelas empresas de animação pela modalidade do Rafting e desportivamente pelos canoistas de Águas Bravas. Na forma desportiva o rio é navegável desde Castro Daire até ao Douro e na forma comercial é usado de Nodar até ao Douro. Estes dois tipos de utilização fizeram criar duas classificações diferentes, uma para o kayak e outra para o Rafting.

Na tabela em baixo estão representadas as duas classificações e o declive do rio desde da nascente até à foz.
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Registos por Caudal


Pontos de Referência

Guias e responsáveis pelas empresas vão ao rio Paiva analisar o caudal pelos  PR (pontos de referencia), como sejam, pedras do rio que estão fora de água. Ao longo dos anos tiramos várias referências visuais para sabermos o que nos espera dentro do rio.

 Pontos de Referência Caudal Normal
1) Praia do Areinho---------------------Rocha na margem esquerda da praia.
2) Praia do Vau----------------------------Areal da praia (este não é fiável pelos aluviões)
3) Praia de Espiunca---------------------Rochas no meio do rio a montante do desembarque
4) Travanca---------------------------------Açude em Travanca

Pontos de Referência em cheia
1) Praia do Areinho-----------------------Areal da Praia
2) Praia de Espiunca---------------------Areal da Praia
3) Bairros-----------------------------------Rápido da Árvore (inundação da margem direita) 
4) Travanca---------------------------------Açude de Travanca
5) Travanca---------------------------------Rochas a montante do açude junto a margem esquerda

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Neste bloco rochoso fotografado na Garganta com o rio vazio em Agosto estão representadas as marcas naturais deixadas pelas diversas correntes. Este tipo de marcação é óptima como ponto de referência.

1º PR Praia do Areinho. Nos primeiros anos fizemos a Garganta do Paiva em cheia, com um grau elevadíssimo de risco, para não voltar a repetir a façanha, começamos a marcar esta rocha.

2º PR Praia de Espiunca. Esta marca é actualmente a mais lida por quem navega nos dois sectores do rio.

3ºPR Travanca. Este foi um bom exemplo de actualização, já era registado antes da existência do açude no mesmo local.

Açude de Travanca


O açude de Travanca é o local ideal para os registos de leitura, sendo o único local do Paiva a jusante com sonda para os registos e estrutura do açude que permite um valor linear para as conversões das cotas de caudal.
Este local também é ideal para comparação fotográfica com as respectivas leituras.

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Representação dos vários caudais

Na sequência representada em baixo comparamos visualmente os vários caudais com as várias definições de caudal e sua leitura de sonda.
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Representação percentual dos diversos caudais desde 2004

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