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Espírito do Paiva versão para impressão enviar por e-mail
O Rafting nasceu por volta de 1994 pela necessidade dos treinos da equipa de Canoistas que foi numa expedição ao Pólo Norte. O primeiro levantamento para a modalidade do Rafting foi feito em condições extremas na Garganta do Paiva em Classe V e V+, pois todos os Canoista eram bastante experientes.

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Depois desses treinos os primeiros grupos de clientes também vinham em grande parte do mesmo clube de canoagem, pessoas essas com grande à votante nesta modalidade, mantendo assim o percurso do Areinho até Espiunca que passa pela “garganta do Paiva”.

Durante os primeiros anos, o Rafting comercial, era feito nas condições mais extremas para a modalidade. "Recordo-me de pensar na altura que se o Paiva era assim como seria nos outros lugares por esse mundo fora! Afinal só anos mais tarde é que me apercebi que eu já fazia um dos piores". Octávio Canhão

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Foi nesse “berço da garganta” que foi forjado uma equipa especial de guias de águas bravas, muito jovem e determinada.

Os rápidos de classe V, como por exemplo, o “rápido Grande” da Garganta ou o das “Marmitas” para não falar no Classe VI do “Salto” que nos primeiros anos foi feito cerca de quarenta vezes com clientes, exigiam uma equipa forte e coesa. Pois, em situação extrema, era o colega que ficava na margem a dar segurança, o único que nos podia salvar.

Nessa altura só existiam 2 Rafts e uma equipa de 6 guias, como todos viviam na região de Lisboa, a equipa deslocava-se aos fins-de-semana para o norte de Portugal, mais propriamente para Arouca. Recordo o convívio uns com os outros não só no rio mas desde que saíamos das nossas casas até que regressávamos, ano após ano.

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Normalmente os grupos de clientes que em muitas das vezes também eram Canoistas, não se limitavam a fazer só Rafting também nos acompanhavam nas jantaradas e nas noitadas longas passadas no bar do STOP e na discoteca do Zénite. A animação era total!

Mais tarde com o desenvolvimento mais empresarial da modalidade foi-se perdendo o contacto com o cliente resumindo-se só à modalidade.

Por muitas solicitações de grupos de clientes nostálgicos que gostariam de voltar a descer com essas mesmas equipas revivendo as mesmas emoções, decidimos despertar esse "espírito" com os mesmos guias, com a mesma animação. E assim nasceu o Espírito do Paiva!

O “Espírito do Paiva” é um programa de Rafting destinado a clientes que ao longo dos anos, têm vindo a fazer Rafting no Paiva e na “garganta” e queiram reviver esses mesmos momentos.

Oferecemos mais e mais aos nossos clientes!

Percurso Areinho – Espiunca: 75.00


Há 15 anos que fazemos a “garganta do Paiva” classe V, sendo este o percurso mais difícil em Portugal. Para fazer este nível, os nossos clientes têm de ter já experiência connosco no percurso Vau – Espiunca que é classe IV. O grupo deverá ser entre 10 a 18 participantes de cada vez.
 
Sugestão de Programa (horário reajustável à medida do cliente).

09h30: Ponto de encontro Hotel Rural Casa de S. Pedro onde é distribuído o equipamento individual e dispõem de balneários e bar. Partida para o rio já equipados.
10h30: Entrada no rio e dão início a uma experiência inesquecível, o rafting, num rio selvagens de margens verdes.
14h00: Chegada à praia. Almoço volante. Regresso ao Hotel onde têm duches de água quente.

O Programa inclui
Actividade, equipamento individual e colectivo, seguro, almoço volante, acompanhamento logístico e monitorização durante a actividade. 

Opção extra:  Almoço nos “Bifes de Alvarenga”.

Indispensável


Ténis que se possam molhar
Fato de banho e uma t-shirt
Fornecemos os fatos de neoprene para a descida, mas aconselhamos a usar por baixo do fato de neoprene, um fato de banho e uma t-shirt para maior conforto.
Uma toalha, calçado, uma muda de roupa seca.
É essencial que no final da descida se tenha à nossa espera uma muda de roupa seca, toalha, um par de sapatos secos e um agasalho.

 

 
 
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