Formação de guias da Lusorafting

O rafting é oriundo dos EUA e chegou à Europa apenas nos anos 80, mas em Portugal, a actividade apenas se tornou popular nos anos 90. Sejamos sérios e realista! Em Portugal embora exista legislação que regula as empresas de animação turística; que em boa verdade poucas empresas cumprem; não existe legislação nem tutela, quer sobre a formação, quer sobre a certificação das acções que avulsamente se vão realizando. Logo, a formação e treinamento dos monitores de rafting ficam ao critério do bom-senso e seriedade de cada empresa

 Perfil

  • Bom-senso
  • Sentido de responsabilidade
  • Resistência física
  • Divertido
  • Bom nadador
  • Capacidade de análise, de decisão e de liderança.

 Critérios

  • Ter curso de nandador-salvador
  • Formação na área do desporto ou out-door

Formação e Treinamento

O tempo de formação nunca é inferior a um ano e passa pelas

Formação teórica consiste nos seguintes itens

  • Conhecimentos dos equipamentos de segurança individuais e colectivos
  • Conhecimento geográfico do rio e das margens
  • Sinalética e linguagem gestual indispensável por causa do ruído das águas turbulentas de acordo com “Whitewater Rafting”.
  • Estudo das correntes e das forças dos rápidos
  • Sequencia dos rápidos e das várias sectores do rio
  • Técnicas de resgate, nós e desmultiplicação de forças e alavancas para resgates de barcos
  • Regras de primeiros socorros incluindo SBV (suporte básico de vida).

 Formação prática

  • Reconhecimento do leito do rio e em especial do comportamento dos rápidos em diferentes níveis de caudal.
  • Formas de ultrapassar em segurança cada um dos rápidos e reconhecer as suas alterações.
  • Formação em contra leme
  • Ensaio de técnicas de remada.
  • Técnicas de recuperação de embarcação.
  • Técnicas de lançamento de corda e uso em resgate.
  • Segurança activa e passiva.
  • Técnicas de segurança em safety kayak.
  • Técnicas de natação adequada em zonas de rápidos e mediante obstáculos

 Gerações de Guias

Entende-se por “geração de guias” um conjunto de elementos que entram no processo de formação em cada ano iniciando e completando o seu ano de formação.

Apresentamos de seguida “as gerações” de guias agrupadas pelo ano em que realizaram a sua formação